Quarta-feira, 30 de Maio de 2018, 15h56
Procon monitora postos de combustíveis e preço dos produtos

Luciano André / Assessoria da Prefeitura


Entendendo a situação de racionamento em que o país se encontra devido ao protesto e paralisação dos caminhoneiros, mas de olho nos comerciantes que usam de práticas abusivas para aumentar o preço de produtos ao consumidor, o Órgão de Defesa do Consumidor (Procon-Sinop) está percorrendo desde semana passada os postos de combustíveis do município.

De acordo com a diretora do Órgão, Juliana Torres Baptista, aos proprietários, eram solicitadas Notas Fiscais de compra de combustíveis e uma planinha de preços praticados ao consumidor desde o dia 20 desse mês para comparar com o valor expresso na bomba.
Ainda de acordo com Baptista, foram visitados, até mesmo, os postos que não tinham mais combustível para vender. “Não encontramos, de fato, nenhuma irregularidade aparente, no entanto, orientamos a população que, caso se sinta lesado, que peça a Nota Fiscal do abastecimento e nos procure para abrirmos um processo. Assim, e se constatado, autuaremos o posto e pediremos o ressarcimento do valor cobrado abusivamente”, ilustrou a diretora ao lembrar que estão trabalhando em parceria com o Ministério Público Estadual (MPE) que tem dado todo o suporte necessário ao Órgão não apenas nessa, mas em várias outras ações que visam o bem coletivo.

Nesta quarta-feira, assim que os caminhões de combustíveis foram liberados dos bloqueios e chegaram aos postos da cidade foram feitas algumas denuncia de preços abusivos de combustíveis mas ao chegarem aos postos as denuncias não foram confirmadas. “Estamos orientando que o consumidor peça a nota fiscal e verifiquem se o valor constante é o mesmo que foi pago no produto para garantir a denuncia e lembro que tão grave como infringir o Código do Consumidor é fazer falsas denuncias e ocupar a maquina do estado desnecessariamente”, pontua

A diretora revela que, também de comum acordo com o MP, nenhuma medida drástica, como lacrar algum posto, foi ou será adotada até agora. “Tivemos, ainda, um comum acordo com o Ministério Público de notificar e usar do bom senso com a população que estava há 3, 4, muitas vezes, 6 horas em uma fila esperando para abastecer seu veículo”.

O Procon tem estado atento e buscado garantir e fazer valer os direitos do consumidor.


Fonte: Câmara de Dirigentes Lojistas de SINOP
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